Precisamos ter a coragem e a disposição de tomar a decisão de abandonar tudo aquilo que "os pais, os educadores, os mestres de infortúnios e os profetas das desgraças [nos impuseram]. Deles aprendemos a ter a mentalidade de vítimas, a entrar na aflição, na pobreza e na doença. (...) Deles aprendemos os milhares de modos de morrer. Dos primórdios da civilização, mediante um contágio entre gerações, milhões de homens [e mulheres] submetidos[as] a um sono hipnótico, aprenderam a acreditar cegamente na carência e no limite".
E é para que deixemos de acreditar nas carências e nos limites, que o ego diz
serem nossa realidade, que as práticas de todos os dias se fazem necessárias.
Pois isto, a crença em carências e limites,
na verdade, nos deixou nas trevas. E vamos continuar lá, enquanto escolhermos dar ouvidos ao ego e a seu sistema de pensamento. Um
sistema que constrói e sustenta este mundo de ilusões. Nunca chegaremos a ver
nenhum milagre com base no que ele ensina. Pois:
Vê-se milagres na luz.