quinta-feira, 16 de abril de 2020

ACEITAÇÃO


A ARTE DA GRATA ACEITAÇÃO

Não somos pequenos, SOMOS GRANDES.
É preciso comprometimento em tudo. A vida nos cobra posicionamentos, não há como nos furtarmos das escolhas, elas fazem parte do que somos, de como vivemos, de como nos portamos diante das situações que vivenciamos.
 É aqui, exatamente neste momento que devemos parar, respirar fundo, analisar todas as possibilidades e avaliar o que causará o menor impacto possível, afinal tudo na vida implica consequências para muito poucos ou para milhares e a nós mesmos.
Não pensar no outro é deixar de olhar para si.
Uma vida que não conhece a tristeza, as lágrimas, permanece pobre.
 A vida precisa conhecer uma variedade enorme de experiências para tornar-se rica.
 Quanto mais você conhecer diferentes aspectos da existência e ainda assim continuar inteiro e centrado, mais a sua vida se enriquecerá a cada momento, a cada dia.
Olhe sempre para a vida como um processo dialético. Nesta vida, a noite traz o dia. Nesta vida, a morte traz uma nova vida. Nesta vida, a tristeza traz uma nova alegria. Nesta vida, o vazio traz um novo preenchimento. Tudo está em conexão… tudo é parte de um todo orgânico.
Nós criamos os problemas por dividir as coisas.
 Aprenda a arte de não dividir, e simplesmente continue alerta, vigilante, apreciando o que quer que a vida lhe proporcione.
Apenas lembre-se de uma coisa: aceitar tudo que a vida lhe dá. Se ela lhe dá escuridão, aprecie isso, dance sob as estrelas da noite escura, lembrando-se de que cada noite não é nada mais do que o útero para um novo alvorecer, e que cada dia irá novamente descansar na escuridão da noite.
Quando é outono e as árvores ficam nuas e todas suas folhas caem, observe as velhas folhas voando ao vento, quase dançando.
E as árvores, nuas, têm a sua própria beleza e, contraste com o céu; mas elas não irão continuar nuas para sempre. As velhas folhas tiveram que cair apenas para dar lugar às novas folhas, às novas flores.
A existência continua a renovar a si mesma a todo momento.
Você deveria manter-se sintonizado com a existência; nunca peça por nada diferente.
Esta é a raiz básica da miséria: quando é noite, você chora pelo dia; quando é dia, você chora pelo repouso da noite. Então, a vida torna-se uma miséria, um inferno.
Você pode torná-la um paraíso apenas por aceitar o que quer que lhe seja dado, com um coração agradecido.
Não julgue se é bom ou mau.
Sua gratidão transformará tudo em uma bela experiência, aprofundará sua consciência, elevará o seu amor e fará de você uma bela flor com muita fragrância.
Aprenda apenas a arte de uma grata aceitação.
 Buda chamava a isso de filosofia do assim é; não importa o que for aceite isso como a própria natureza da realidade.
Nem mesmo imagine ir contra.
 Nunca vá contra a corrente; apenas siga o rio onde quer que ele o leve.
 Namastê!
( Rommy Fleck )

quarta-feira, 15 de abril de 2020

O AMOR


AMOR
Consciência é a expressão pura e plena do AMOR.
Se o universo nasceu da saturação de AMOR do Criador, obviamente o AMOR é que regula todas, e cada uma de suas partes.
E se todos os seres nasceram dessa gestação esplêndida, é certo compreender que o AMOR está na raiz de todos nós, infelizmente ainda sufocada pelas pedras do EGO na superfície, daí a sua dificuldade em florescer à luz da vida...
Consciência é AMOR... AMOR é consciência.
O AMOR é consciente. A ignorância é o berço de toda maldade. A escuridão prefigura a crueldade.
Jesus resumiu maravilhosamente os caminhos da consciência cósmica: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.”
Nada mais seria necessário acrescentar aqui.
O que está faltando ao mundo, sinceramente, não são teorias de cientistas e nem máquinas novas da tecnologia. Apenas mais AMOR. Muito mais AMOR. O que tornaria a humanidade muito mais consciente de tudo.
Contudo, este caminho é sempre o mais difícil.
Todas as coisas são mais fáceis ao homem do que AMAR, AMAR de verdade, e com todo o seu coração.
Esse é o grau final da evolução de todos os seres mergulhados na grande espiral infinita.
O AMOR é sabedoria, o AMOR é liberdade, o AMOR é imortalidade.
O AMOR é poder, o AMOR é verdade, o AMOR... é AMOR.
Tudo é mais fácil ao homem de realizar do que o AMOR verdadeiro.
Ele pode escalar altas montanhas, navegar por mares muito profundos, conquistar outros planetas com tecnologia avançada, pode realizar todo tipo de façanha...
Mas AMAR de verdade, e com todo o coração, isso lhe será sempre mais difícil.
E por tal razão, essa espécie de AMOR incondicional é que marca precisamente a morte do homem comum e o nascimento do Homem Cósmico.
A realização pura e plena do AMOR verdadeiro representa o último nível da evolução individual... e o primeiro nível da evolução Cósmica.
O ponto mais alto de consciência está aqui. Nem tecnologia avançada, nem ciência sofisticada, nem nada disso. Mas a capacidade do AMOR incondicional, essa é a meta final do Universo para todos nós, espíritos tragados pela Lei da Evolução nos mundos materiais.
O AMOR é a melhor parte de todos nós.
Quando estamos em estado de AMOR, nos sentimos divinos, nos sentimos eternos, nos sentimos perfeitos. Mas quando o EGO nos leva a cometer transgressões, nos sentimos pesados, culpados, nos auto condenamos sem que haja a necessidade de qualquer religião ou tábua moral para que essa sentença seja lavrada dentro da alma...
O AMOR é que nos torna semelhantes a Deus em essência.
O resto, todo o resto, é teoria fútil, ou letra morta, como diziam os letrados do espírito iluminado.
Onde falta o AMOR, sobra a ignorância.
Onde falta o AMOR, sobra o medo.
Onde falta o AMOR, sobra tudo o que não presta.
SEMEIE AMOR... E COLHA FELICIDADE!
(AUTOR DESCONHECIDO)

terça-feira, 14 de abril de 2020

O ERRO DO OUTRO


O ERRO DO OUTRO
Não se importe com a hipocrisia, os fingimentos, as farsas, a arrogância e os erros de outras pessoas.
Sempre vejo algumas pessoas reclamando dos erros de outros em grupos espirituais, centros, templos, em suas famílias, na escola,, na empresa, etc.                     
Reclamam que as pessoas falam uma coisa e fazem outra; que as pessoas são dissimuladas e não dizem o que pensam; que nos sorriem de manhã e puxam nosso tapete à tarde; que falam mal dos outros pelas costas; que criam intrigas e confusões por coisas pequenas.
Mas ninguém deve ficar se preocupando com o que o outro faz ou deixa de fazer de errado.
 Em nossa passagem pela Terra, a única coisa que realmente importa é o que nós mesmos fazemos.
Que pode nos importar o que o outro faz de bom ou mau? Se uma pessoa faz o mal, ela sofrerá as consequências do mal que esteja praticando. Isso fará parte do patrimônio espiritual dessa pessoa, será a sua colheita mais cedo ou mais tarde.
 Por isso, ninguém deve ficar nervoso, revoltado, incomodado ou querendo “dizer umas verdades” ao outro. Se fizermos isso, o erro passa a ser nosso também e não apenas do outro. Faculte a cada pessoa o direito que ela tem de errar e aprender sozinha com seus erros. “Aos outros dou o direito de ser como são; a mim dou o dever de ser cada dia melhor”.
Quando tentamos apontar os erros de alguém e o outro não quer ouvir, ele poderá se voltar contra nós, além da possibilidade de se criar conflitos e confusões desnecessárias.
 Vamos permitir que o outro seja o que ele quer ser; que ele possa seguir o caminho que escolheu; que ele possa viver as experiências que determinou para si, mesmo que isso seja errado, seja hipocrisia e mesmo que isso nos afete de alguma forma. O choque de retorno ocorrerá na hora certa e fará essa pessoa aprender com os erros do passado.
Portanto, deixe o outro errar o quanto quiser e não se irrite com as faltas alheias. O que tem valor nessa vida é o que fazemos diante da humanidade e diante de Deus.
 Deus conhece nossa vida, nossos atos e conhece profundamente nosso irmão em erro. Se o outro quer insistir em suas incorreções e enganos, quem somos nós para corrigi-lo? Isso é um problema dele, é a escolha que sua alma fez e que o conduzirá a um caminho tortuoso, que ele viverá ou talvez já viva essa tortura em sua consciência. Além disso, sempre há a possibilidade de olharmos mais para os erros dos outros a fim de não enxergar os nossos próprios erros.
Dessa forma, não permita que as faltas do outro afetem seu trabalho na grande jornada humana. “No fim das contas, tudo é entre você e Deus e não entre você e os outros”.
Cumpra as tarefas que lhe cabem sem olhar para o lado, pois no final das contas, o que interessa é o que nós plantamos… E nada nos acrescenta ficar observando a colheita do outro.
Vladimir Moraes – Apometria do Amor